As autoridades judiciais decidiram atuar de forma severa e implacável contra declarações de ódio proferidas no espaço digital. O Ministério Público instaurou oficialmente um processo contra um conhecido influenciador que, de forma altamente polémica, afirmou nas suas plataformas de comunicação que os cidadãos mais pobres não deveriam ter o direito fundamental de votar. A afirmação gerou uma enorme onda de revolta social na internet e motivou a intervenção imediata da justiça para avaliar a gravidade da infração, assegurando as consequências criminais deste discurso manifestamente discriminatório e antidemocrático.